
Ontem, o The New York Times, abriu a boca para chorar: O Brasil não quer dividir o petróleo!
O jornal define isso como nacionalismo, mas não como o nacionalismo comum, visto com maus olhos, por ser freqüentemente xenofóbico. Dizem que o nosso “nacionalismo” é mais um “debate sobre a velocidade do desenvolvimento”.
Boa parte do Brasil, já estava assustada com a possibilidade de permuta entre EUA e o nosso queridissississississimo(a aprovação caiu para 67%, atentem…) presidente: Trocar a exploração do Pré-Sal brasileiro por não tão livre assim comércio de armas anglo-saxônicas…
Vale lembrar, que o valor estimado (que pode ser beeem maior) do Pré-Sal são singelos 3 trilhões de dólares. Isso mesmo: 6 TRILHÕES DE REAIS!
Agora fica uma dúvida: estima-se que para acabar com a fome no mundo, precisaríamos de aproximadamente 80 bilhões de dólares, apenas 2,6% do que provavelmente será explorado. Será que o Brasil está disposto a “doar” isso como “emprestou” grana para o FMI? ¬¬