
Olá a todos os leitores do Negação Lógica!
Antes de tudo, minha explanação vai de encontro com o termo “artigo do dia seguinte”, como vocês leitores perceberam ele não segue a risca, mas esta semana foi até valido ele sair um pouco depois do podcast ter entrado no ar, pois eu mesmo bebi dos vestígios dos comentários sobre o mesmo. Aliás, diante desta conflagração, em verdade eu pronuncio a dificuldade de escrever um texto com minha pessoa envolvida.
Meu destino com as palavras será bem dosado, durante meu discurso prometo ser eufemista, para que no final não haja possíveis desagrados ou processos.
Na falta de nosso ancora, o nobre Freud assumiu a responsabilidade de caminhar com muita lisura o cast sobre Sistema Eleitoral. Mas fica bem visível aos nossos ouvidos que o timbre de voz do Freud não é tão grossa, mais para uma voz fina, digamos que suave. Não que isso atrapalhe, pois ressalto que o Ser é o Senhor que edita!
Um ano de eleição, onde voto com sabedoria e o coração… Que nada! A este sistema eleitoral eu digo: sua decrepitude é mortal.
Iniciamos com minha “enfadonha” analise sobre o processo do contexto da história política em nosso plausível país. Fulminamos o fatalismo que é o voto nas mãos do povo. Cheguei a um momento crucial para mim, estou diante de um teclado, vendo meu reflexo pelo monitor do micro, refletindo em como citar o que está em minha mente, serei licito ou esquálido? Podarei ou defecarei sobre a dominância alheia? Na gravação eu disse que após a republica na terra adorada, entre outras mil, és tu Brasil, o pátria amada! Tínhamos virado “puta” dos estadunidenses. Não que eu seja ninfomaníaco, mas pela última vez expurgo um detalhe, considero a língua universal ridícula, e seu povo amebas! Não deveria culpar todo seu povo. Mas penso que os norte-americanos se prevaleçam do puro sangue em suas veias e condenam esta geração e as próximas por aceitarem passivamente a cultura alheia.
Voltando ao Sol da liberdade, em raios fulgidos, indago será que o populista e comprador de amas sociais, conseguirá manter o poder nas mãos de uma megalomaníaca?
Agora reitero uma afirmação, nobre Freud e Chaplin, seus seres malévolos em todos os âmbitos! Quando fazem referencia a um grande homem-politico, sua trajetória é de um vencedor que terá paz no futuro, já que seu passado é cheio de glorias. Parabéns Sarney!
Mas citando nosso homem das mentes mundanas (Freud) ele fez uma analise pertinente ao concluir que o povo não pesquisa seu candidato, o TSE é um órgão visível de como podemos adentrar mais em nosso líder. Lógico que me embruteci em ver dados fantasiosos, principalmente do Orestes Quércia! Mas meu hedonismo foi aflorado nesta gravação, pois nosso castrado (Chaplin) veio com uma luz: ele é o orientador de sua nobre família, no quesito como votar. Um Senhor que no seu Divã disse que iria dissolver partidos, e a ti meu caro representante de uma nação odiosa, nosso debate iniciado e atrapalhado pelo Freud, em meu divã a imagem do cruzeiro resplandecerá.
E para finalizar, tem uma solução para que nosso povo fique “embutido de consciência” política e afiados para as eleições deste ano, um ateneu político. Lá serão confinadas pessoas que durante 90 meses vão formar alianças e intrigas, nosso apresentador seria o nobre Freud! Que como foi na gravação, ficaria todos os dias confabulando com os participantes, e o vencedor seria aquele que saísse da casa com o imaginário social anético.¬¬
Obs.: O Artigo do Dia Seguinte é uma avaliação do podcast da semana, feita pelo Pastor Goethe