Artigo do dia seguinte – Carnaval!

Olá leitores do Negação Lógica, agora de casa nova!

Eu como o membro mais lúcido… Desejo que todos sejam bem vindos!

Pensando que iria me divertir e descansar no carnaval, acabei caindo da cama, já que os meninos resolveram fazer um episódio sobre uma festa muito antiga. Lá pelos lados dos gregos.

Não querendo ser chulo, mas o Einstein cantando é um espanto de ruindade! Mesmo assim, não desista meu amigo!

Ouvindo as musicas colocadas pelo Freud, relembrei minha fase pudica, em especial com “a pipa do vovó não sobe mais” . Ficávamos eu e meus pais, todos os domingos, esperando o programa do senhor Silvio Santos… Como eram mágicos estes momentos!

E agora, resgatando meu espírito carnavalesco, quero aqui expor algo sobre o Chaplin: em meus artigos o clamo de castrado, mas percebo que existe concorrência… Vamos pensar e refletir com austeridade: castrado ou mudinho, meu caro Chaplin!?

E pode ficar tranquilo, que “eu” jamais ficaria irritado por você (Chaplin) usar minhas belas palavras para agregar ao seu vocábulo… Mas seja original!

Indo ao encontro do despudor do Einstein, como ele pode analisar de uma forma simplista e inatista que a protistuição é algo natural do carnaval!? Pobre ser… Mas o que esperar se o próprio não pode explicar a bomba nuclear…

Vocês comentaram sobre uma escola envolvida com chocolate, sabiam que foi essa mesma que venceu aqui em São Paulo?

Agora perguntem para mim se gosto do carnaval… Já de antemão vejo esta festividade como algo fétido. O carnaval em outros tempos era relacionado pelo afastamento dos prazeres da carne. Mas teve época (Gregos) que eles usavam esta festividade para cultos e agradecimentos aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. E logo foi inserida a bebida e as praticas sexuais. Não muito diferente do nosso boçal carnaval.

Este período é mais um momento, não apenas de prostituição das mulheres aos estrangeiros, mas sim do Brasil. Que abre as pernas para o capital maldito de fora! Os meninos citaram a malhação de Judas, aqui eu deixo no ar uma pergunta: quem vocês querem “malhar”?

E para terminar, aqui vai um elogio da loucura para Freud, Einstein e Chaplin.

Quesito: Consciência política. NOTA: DEZZZZZZ!

Obs.: O Artigo do Dia Seguinte é uma avaliação do podcast da semana, feita pelo Pastor Goethe.

Falando nisso…

Sobre o autor

Pastor Goethe reconhecido na sociedade como Carlos Monteiro, 28 anos, nasceu em São Paulo/SP. Como um homem sentimental, chora em demasia quando lê uma bela “elegia”. É graduado em História e adora contar historinhas de terror para as criancinhas indefesas! Gosta de ler textos construtivos, ouvir musicas que transgridam a essência da alma, e sua fraqueza são os games. Trabalha também com artes cênicas, onde busca a plenitude da concepção da verdade. Por mais difícil que seja, está tendo bons resultados. Tornou-se estrangulador das ideologias vigentes, principalmente àquela das massas, clama o fim do comodismo que empobrece a alma humana…