No dia 7 de Setembro de 1822, as margens do Rio Ipiranga em São Paulo. D. Pedro, então príncipe regente no Brasil deu o célebre grito que entrou para história do país: “Independência ou Morte!”

Independência ou Morte!, de Pedro Américo (óleo sobre tela, 1888).
O processo de independência foi lento, como tudo no Brasil. D. Pedro recebeu o chamado de seu pai D. João VI para deixar o Brasil e regressar a Portugal, mas o Partido Brasileiro com medo de uma revolução e da colonização, conversaram com D. Pedro pedindo para que ficasse, colendo assinaturas e entregando ao príncipe que se mostrou receptivo. Em resposta disse: “Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronto. Digam ao povo que fico!”. O episódio tornou-se conhecido como “Dia do Fico”. Este episódio, culminado com o grito do Ipiranga, foi marcante e cortou as relações de dominação de Portugal, incluindo relação pai e filho.
A idéia de Independência do Brasil, em nada se assemelhava com os Estados Unidos, baseada nos princípios Iluministas. Os latifundiários mantiveram seu poder para exportação de produtos primários, ampliaram seus poderes políticos, a escravidão foi mantida, além disso, o Brasil teve que pagar por sua Independência 2 milhões de libras esterlinas a Portugal, iniciando assim sua divida externa, que tanto causou problemas para gerações futuras.
Dentro desse momento histórico tivemos lutas internas e externas para libertar o Brasil das opressões de outros países e homens sedentos de poder. Não podemos negar as transformações importantes que ocorreram, mesmo que não tão bem planejadas, mas validas por um bom motivo.
No atual Brasil, cabe aos nossos líderes e também a nação não deixar que o Brasil volte a ser dependente caindo nas mãos de grupos monetários, e sim, mais independente, justo e igualitário, para crescermos e nós tornamos um país forte com ordem e progresso!
Vamos ressaltar que a “independência” foi acordada com D. João VI também. O próprio já havia percebido que a “revolução” aconteceria, e achou muito mais válido que o próprio filho desse o “grito de independência”, assim o poder continuaria “em família”. Quantas áspas, não? Não é àtoa. O Brasil é assim… ¬¬