
Chaplin e Einstein batendo um papo sobre o filme.
Todos sabem que sempre procuro ser imparcial nas análises governistas para não parecer que estou defendendo partido X ou Y.
Será que se eu der a minha opinião em relação ao filme “Lula, filho do Brasil”, a mesma será vista como partidária?
Não importa, é o seguinte: Gostei do filme. E gostei muito.
Admito que fui ao cinema achando que veria uma propaganda governista escrachada, financiada com leis de incentivo público e fantasiada de “Dois filhos de Francisco” démodé. Vale ressaltar que eu detestei “Dois filhos de Francisco”. Não gosto desses filmes que exacerbam e vangloriam as vidas sofridas… If You Know What I Mean…
Hoje, fiquei sabendo que no primeiro final de semana em cartaz(que é o período importante para as métricas cinematográficas), o filme com a biografia do Lula conseguiu 193 mil espectadores. Leva-se em conta, claro, que foi exibido em apenas 354 salas no Brasil (eram especuladas no mínimo 500 salas inicialmente). Até parece um bom número, mas se comparado a “Se Eu Fosse Você 2”, que foi lançado no mesmo período do ano passado e conseguiu 570 mil espectadores, mostra o fracasso das expectativas.
Agora, vale a analise, não só minha, mas também dos leitores. Será que é válido comparar um filme de biografia com uma comédia? Claro que não. São públicos diferentes.
O filme mostra a luta de um brasileiro, que superou problemas muitas vezes comuns para brasileiros que vivem na margem da miséria, mas impensáveis para os que sempre tiveram uma vida razoavelmente confortável. Recomendado. É um filme emocionante e por incrível que pareça apartidário. Sensível em essência, como diria o Pastor Goethe. Vale assistir para conhecer e aprender com a história de um brasileiro, que como todos: não desiste nunca!
(nossa… me senti na propaganda do Instituto Universal Brasileiro agora…)
Referência: [Último Segundo]
Tô com medo, não consegui encontrar a ironia nesse texto. E agora, josé?
Será que Sr Freud realmente gostou do filme?