
O furacão chegou ao Brasil! O terremoto interferiu nosso chão e nossas mentes! Foram dias de agonia! A população chorava por não ir ao show da Beyoncé! Na sua primeira turnê na Republica federativa do Brasil ela foi a quatro cidades e levou um total de 164 mil pessoas conscientes a sua alegoria.
Nem sei como fico diante desta afirmativa. Mas acabado ou mórbido por viver nesta salada gordurosa que é está nação, como podemos aumentar a fortuna de uma estrangeira? Como podemos gostar de uma música ao qual a língua não é nossa? Como podemos aceitar isso?
Um país (EUA) que utiliza, de forma bem visível, sua cultura para adentrar na nossa, e aos poucos, matar o que somos e o que poderíamos ser, nosso pais vendeu a alma ao “Ianques”… Nossa população vendeu a alma à esta aberração que veio curtir com nossa cara!
Mas isso é inato a nova sociedade. Já vem no DNA… A burrice cega. Passamos por um retrocesso, voltamos à caverna de Platão, estou na escuridão…
Está mulher libera meu libido! Tudo que vem deles mexe com o nosso prazer material e afugenta o campo ideológico e o mundo das idéias. É assim, simples. Ela canta um All the single ladies e nós pagamos.
Fico refletindo que essas mesmas pessoas que foram pular como macacos de zoológico são as que vão votar… Penso que é uma perda de tempo manter o voto obrigatório nesse país atrasado e pobre, a cada 10 que votam uns setes vão para a latrina…¬¬
No mínimo interessante.
E realmente não tem como discordar, mas temos que admitir que a cultura Brasileira não é lá muito forte. O que apenas complica a situação, pois assim fica fácil de qualquer um empurrar sua culta pela nossa goela. Por isso não devemos odiar os EUA ele estão apenas fazendo o papel deles, se tivéssemos uma cultura mais presente no dia-a-dia da população com certeza essa quadro seria outro.
“Como podemos gostar de uma música ao qual a língua não é nossa?”
Esse artigo podia muito bem existir sem a necessidade de uma frase ridícula como essa, à qual não merece nem argumentação.
Hahaha! Que bom que eu não sou o único que fiquei incomodado com essa frase! Afinal, sigo muita coisa de culturas “não-brasileiras”, mesmo quem me conhecendo sabendo que valorizo muito mais o que é nosso…
Vale ressaltar que não valorizo o que é nosso por nacionalismo ou radicalismo(como o Goethe faz com maestria). Valorizo a cultura brasileira simplesmente porque ela é a melhor do mundo ao meu ver. Vide nossas musicas, nossos livros, nossas poesias…
Mas independente disso, temos que reconhecer outros gêneros fora do nosso “mundinho” podem ser bons. Inclusive Beyoncé… Que não é minha favorita, mas é bem melhor do que Amy WineHouse… Hehe!
Abraços!
“Henrique”
Realmente é esperar demais argumentos de pessoas aboletadas e putrificadas com a cultura alheia.
mas mesmo assim obrigado por comparecer!
“Raphael Ferreira”
Eu não odeio a cultura dos EUA eu simplesmente abomino sua dominacia, e repudio a nossa por aceita-la passivamente.
Como assim “aboletado e putrificado”, Goethe?
O Henrique apenas disse que sua frase foi tão ridícula que nem merece argumentação. O fato de ele discordar de você, ou se recusar a comentar com mais prolixia, não o torna aboletado, e muito menos putrificado… É claro que é uma questão de opinião. Mas elas devem ser respeitadas. Em nenhum momento ele disse que você era arrogante ou bitolado(palavras que caberiam muito bem após esse seu artigo). Vamos trabalhar com artigos polêmicos, vamos sim. Mas vamos respeitar as opiniões contrárias também. Mesmo que as opiniões sejam “votos brancos ou nulos”.
Abração!
É meu caro Freud, eu me esqueci de como temos que respeitar opiniões contrárias, mesmo meus artigos sendo arrogantes e bitolados.Mas é dificil lutar contra os dominados culturalmente falando. Entendo opiniões falaciosas!
abraços
Uia! Não é que ele nem “chiou” muito!? Hehe… Brincadeirinha!
ahuahauah, nossa, só faltou vocês discutirem sobre o mal gosto da estilista que fez as ‘roupas’ que a Diva trajou no show!
Adorei as controversas opiniões! *-*
Keep Go On, galera! \o/ (eu usei o inglês? Não acredito T.T…)