Quem somos?

_Profº Einstein, ou Diano para os íntimos, tem 26 anos, nasceu em Macaparana/PE, mas mora na lua. É adventista por fé e artista por consequência. Estuda biomedicina na esperança de ser cientista em nanotecnologia. Dá aulas de inglês e de artes. Também trabalha no Messenger, onde é terapeuta de adolescentes nas horas vagas. Diz que tudo tem solução, e está correndo contra o tempo para achar algumas antes de 2013…

_Mestre Chaplin, também conhecido como Jefferson Paiva, tem 20 anos, nasceu em São Paulo/SP, é fã de animes e esportes, especialmente automobilismo. É muito extrovertido, tipo palhaço. Mas sério nos momentos que deve ser. Faz Ciências Sociais, adora política e discutir assuntos do tipo. Sempre viaja na batatinha…

Sr. Freud, ou Raphael Calmeto, como preferirem, tem 20 anos, nasceu em São Paulo/SP e nunca acreditou em Papai Noel. Também nunca gostou da Xuxa. Cursou 1 semestre de Sistemas de Informação, não pelos sistemas, e sim pelas informações. Hoje estuda História, onde finalmente achou semelhantes igualmente malucos. Gosta de ler, ouvir músicas e tocar teclado. A uns 4 anos, trocou a televisão pelos podcasts. Tem orkut, twitter, blog, messenger, skype, facebook, etc… Mas acha que esse negócio de “internet” é inútil…

Pastor Goethe reconhecido na sociedade como Carlos Monteiro, 28 anos, nasceu em São Paulo/SP. Como um homem sentimental, chora em demasia quando lê uma bela “elegia”. É graduado em História e adora contar historinhas de terror para as criancinhas indefesas! Gosta de ler textos construtivos, ouvir musicas que transgridam a essência da alma, e sua fraqueza são os games. Trabalha também com artes cênicas, onde busca a plenitude da concepção da verdade. Por mais difícil que seja, está tendo bons resultados. Tornou-se estrangulador das ideologias vigentes, principalmente àquela das massas, clama o fim do comodismo que empobrece a alma humana…

Há 37 anos, em um longínquo bairro da capital paulista, um estranho fenômeno ilustrava literalmente a expressão ‘foi um parto’. A pouca intimidade do garoto com os padrões de beleza vigentes não apenas naquela época, mas em toda a história da humanidade, faria com que o pai, um lorde de notória reputação, segurasse o jato rompante que forçava caminho a fim de devolver o auspicioso jantar recém introduzido no aparelho digestivo. Apesar da indescritível feiúra que acometia a criatura, esta denotava um ar aristocrático e de empáfia jamais visto no meio civilizado, insurgindo na tradicional família uma dúvida atroz: “Jogamos essa coisa na privada e damos descarga ou vendemos para um circo?” Nem um nem outro. Graças a um inexplicável apelo fraternal o menino cresceu, estudou Jornalismo, licenciou-se em História, colecionou tudo quanto é tipo de gibis e discos de vinil, formou uma banda de rock com fins lucrativos que até hoje não ganhou um único centavo e graças aos deuses ainda não se multiplicou. Cético, cínico e sarcástico por natureza, é conhecido em meio à boêmia como Roger Lopes, mas em face de sua doçura e otimismo literário, assina sob o pseudônimo de Cândido Voltaire.