Dando continuidade à nossa série sobre filmes, escolhemos um filme desconhecido do público geral brasileiro: Quanto vale ou é por quilo?, de Sérgio Bianchi. Engraçado, mas realista, se observarmos como uma tendência da sociedade atual, o filme trata do “mercado” da solidariedade no Brasil e faz analogias com o período da escravidão. Afinal, qual o papel das ONGs? Corrupção só existe no governo? Solidariedade só é solidariedade quando não temos benefícios pessoais? Quais são as consequências das gestões criminosas de algumas organizações não governamentais? Seria o filme um exagero? Tente entender tudo ouvindo mais esse episódio do Negação Lógica, curto, mas recheado! Ouça, discorde, e opine sobre o que quiser! O Negação Lógica é isso aí! Go!
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9 Comments

  1. Poxa, ia perguntar se eu poderia assumir o posto de reclamão-mor nos comentários, visto que a Hipática agora está gravando, mas vi que ela continua exercendo sua função… agora em áudio.

  2. Ludwing
    Não sabia que eu exercia o cargo de reclamona-mor do NL…cadê meu ordenado pela função Freud? kkkkkkkkkkkkk
    De qualquer modo, como eu disse no cast, estou aberta a críticas construtivas e continuarei reclamando se vir algo meio muxibento…kkkkkkkkk²
    See ya

  3. Boa tarde, Negadores.
    Não vi o filme, mas vê-lo-ei. Meu comentário vai se prender a um determinado ponto.
    QUOTAS RACIAIS X QUOTAS SOCIAIS
    No meu modo de ver, as duas formas são mecanismos de controle da população.
    Quota Racial é racismo. A partir do momento que um caucasiano (com nota 9 no exame) perde a vaga para um afro-descendente (com nota 7 no mesmo exame) o caucasiano perdeu algum benefício devido à sua raça.
    Isso é racismo.
    Racismo não é só contra negros. É contra brancos, amarelos, vermelhos. E SÓ!
    Nordestino, por exemplo, não é raça. Então, se um Nordestino perdesse uma vaga para um Paulista não seria racismo, pois os dois podem ser negros ou brancos. Neste caso estaríamos falando de origem geográfica. E a coisa vai pra outro lado e se torna polêmica.
    Não vou entrar neste mérito, mas acho que essa desclassificação por ser de um ou de outro estado é uma babaquice, de ambos os lados.

    A questão de quotas sociais é ainda pior. Você destina um número de vagas em uma
    PUSTA faculdade para pessoas de baixa renda.
    Aí o cara entra na faculdade e não entende PORRA nenhuma do que o professor está falando porque não foi preparado para isso. Ele simplesmente não consegue acompanhar a turma.
    E no final, quando muito humilhado ele PEDE PRA SAIR ele ainda tem que ouvir: Você teve sua oportunidade! Não segurou as pontas porque não quis!
    Não quis?
    O cara nunca tinha ouvido falar em SENO, COSENO, INTEGRAL, DERIVADA, Laboratório Químico, Reprovação, etc!
    A culpa não é do aluno de baixo poder aquisitivo. O problema é da escola pública que não o prepara para disputar conhecimentos com o riquinho da escola particular.
    Vamos lembrar que há 20 anos a escola pública é que era a boa. Escola particular era esquema PPP (Papai Pagou Passou). Quem quisesse entrar em uma boa faculdade, tinha que ser excelente aluno em escola pública.
    Depois começaram a aparecer cursinhos como COC e daí pra frente a escola pública só foi perdendo seus bons professores.
    Hoje o aluno chega sem saber ler e escrever até a nona série (que diabo é nona série??? na minha época ia até a oitava e depois era o colegial!).
    Político fica mostrando MERENDA na escola e não fala o que é necessário. A educação é a única coisa que pode salvar esta BOSTA de nação… aliás, é nação? nassão? ou nasção? Melhor trocar por país.
    😉
    Melhor me reciclar…
    Abraços.
    aLx

    1. aLx
      Há um pró e um contra nisso. Quando eu pensei em cotas para os menos favorecidos, pensei em critérios, como os Vestibulares e o ENEM para que houvesse o ingresso desse aluno à universidade. De maneira alguma, como professora, eu concordo com o passa d graça e o oba oba da Educação, tanto que vivo escrevendo que, enquanto não houver uma real valorização do conhecimento acadêmico, a coisa não vai pra frente. Além disso, há caso e casos.
      Eu não sou tão velha assim (terminei o EM em 2002) e fiz escola pública minha vida toda. Quando passei na federal do ES não tinha ENEM (até tinha, mas era pouco conhecido esse lance de facul free), nem cotas, nem porra nenhuma dessas facilidades sociais. Eu passei porque tinha capacidade para tal. Não adianta só colocar a culpa na escola, já que o aluno é produto do meio. Eu sempre tive acessos a livros, fui incentivada desde pequena a desenvolver minha cognição e assim foi (claro que o meio hoje é produto de uma Educação mal sucedida, mas aí entramos em um círculo vicioso), mas não se pode estereotipar que todo pobre é burro, todo rico é phoda…Nunca vou concordar com isso.
      See ya

  4. Para a mãe do Ariel:
    Sua Risada é de gorda. Bem espalhafatoza.
    Até que a captação de audio ficou melhor do que eu imagiava que ficaria.
    Nussa, quatro pessoas que são conhecidos nossos comentaram no podcast, kkk.
    Sua participação também aumentaçã bastante, finalmente eles deixaram você participar do podcast.
    Na verdade é ‘beltrano’, e não bertano, mas a crítica vinha de mim e da Roberta, geralmente conversávamos sobre a participação do convidado antes de postar a crítica.
    Segundo o dicionário Aurélio a grafia correta dessas palavra é SICRANO: “[De or. controversa.] Substantivo masculino. 1.A segunda de duas ou três pessoas mencionadas indeterminadamente, cabendo à primeira o nome de fulano, e à terceira, se houver, o de beltrano:”.
    Roberta voce não vai revelar a ‘trollagem’ mestre que você fez aos negadores sobre a minha batuta? (obs: na seção e-mails e comentários)
    Alerto para um erro de oratório cometida algumas vezes, ao indroduzir o assunto você usou do artifício “deixa eu te contar algo que eu achei interessante” e ai dizia o assunto. Vamos pela lógica, se você dirá é por que é interessante e relevante no seu entender, e por isso esta frase é um vício verbal que pode ser suprimido.

    1. Você é um chato, Jordano…kkkk
      Eu sempre falei Beltrano, mas valeu a dica de trocar o L pelo R…quanto ao meu pequeno vício de linguagem, é bem menos gritante que uns e outros por aí…creio que foi também o nervosismo do batismo como podcaster fajuta…
      Do filme e da temática em si você não comentou nada né? típico…Marido é P#$%¨@
      Não, eu ainda não contei pros meninos do NL minha trollada-mor, e só conto se eles vierem me perguntar….kkkkkkkkkkkk²
      See ya

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